Mais uma vez as mulheres mostraram que a revolução será feminista. Em poucos dias cerca de 2,2 milhões de mulheres começaram a se organizar em um grupo no facebook, “Mulheres Unidas contra Bolsonaro”. Não tardou para o grupo ser vítima de um ataque cibernético e ser hackeado por seguidores do candidato fascista do PSL.

 

Assim como não demorou para as companheiras de luta serem vítimas deste ataque machista e anti-democrático, a resposta veio rápida. Inspiradxs na luta do grupo feminista, começaram a surgir vários grupos de resistência e oposição ao candidato. Já são registrados grupos como “LGBT contra Bolsonaro”, “Homens contra Bolsonaro” e “Favela contra Bolsonaro”.

 

Na tarde deste domingo (16) o Facebook anunciou que o domínio do grupo foi recuperado e devolvido para suas verdadeiras administradoras. Os ataques haviam começado na sexta-feira, quando administradoras tiveram suas contas no facebook e whatsapp invadidas. Também foram registradas ameaças recebidas através das redes sociais para que o grupo fosse excluído em até 24h.

 

A intolerância que tomou conta do Brasil a partir do golpe deve ser enfrentada em todos os espaços, e por definitivo nas eleições do próximo dia 7 de outubro. Nosso voto representará mais que um projeto político para os próximos 4 anos, será também um voto que dirá #EleNão.


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