O que é Centralismo Democrático

Em várias oportunidades, Nahuel Moreno (1924-1987) debateu sobre o regime do partido revolucionário, o centralismo democrático. Reproduzimos uma de suas contribuições e deixamos como indicação a leitura de “O Partido e a Revolução” (1973) e “Problemas de Organização” (1984 – baixe aqui). Além da contribuição de Moreno, também trazemos um trecho das Teses aprovadas no Terceiro Congresso da Internacional Comunista, a III Internacional, ocorrido em junho de 1921, sobre o tema.

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37 anos das Diretas Já: movimento de massas contra a Ditadura

Numa segunda-feira de 16 de abril de 1984, há 37 anos, cerca de 1,5 milhão de pessoas estiveram presentes no comício no Vale do Anhangabaú, na capital de São Paulo, exigindo eleições diretas para Presidente da República. Dias antes, 1 milhão esteve na Candelária, no Rio de Janeiro. A campanha das Diretas Já alcançava seu auge e entrava para a história. Foi difícil prever ainda no primeiro ato oficial, em junho de 83, a força que a campanha ganharia.

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Argentina – Rastros no silêncio: o trotskismo frente a Triple A e a Ditadura

O Partido Socialista dos Trabalhadores (PST) foi um dos mais importantes agrupamentos de esquerda na década de 1970. Em uma década atravessada por grandes lutas operárias e também duros golpes repressivos, teve a capacidade de avançar e retroceder ao lado da classe trabalhadora e do movimento de massas, construindo uma sólida estrutura de quadros e militantes.

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Argentina: 45 anos do golpe genocida – a luta pela Memória, Verdade e Justiça

É costume em quase todo o movimento de Direitos Humanos definir a última ditadura como cívico-militar ou cívico-eclesiástico-militar. Os partidos patronais e a liderança católica foram cúmplices. Mas na realidade, deveria ser denominado cívico-eclesiástico-empresarial-imperialista-militar, dado o papel ativo desses setores no incentivo e apoio à ditadura.

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Comuna de Paris: 150 anos do primeiro governo operário

“Serei implacável; o castigo será completo e a justiça inflexível… O chão está coberto de seus cadáveres; este horrível espetáculo servirá de lição”. Com estas palavras, Louis Adolphe Thiers, chefe do poder executivo da Terceira República Francesa, anunciou a derrota da Comuna. Cerca de 30 mil parisienses mortos, 45 mil presos – muitos deles, posteriormente executados – e milhares exilados ou condenados a trabalhos forçados. Desta forma, a burguesia francesa puniu a audácia de um povo que mostrou pela primeira vez que a classe trabalhadora pode tomar o poder em suas próprias mãos e dar origem a uma nova ordem social.

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Manifesto Comunista: um morto que não para de nascer

Em 21 de fevereiro de 1848, o Manifesto Comunista foi publicado em Londres. Em uma Europa que passava por uma profunda crise econômica, mergulhando milhões de trabalhadores e camponeses na miséria, a classe trabalhadora dava seus primeiros passos na organização e na consciência, abraçando as ideias revolucionárias. As classes dominantes estremeceram com o “espectro do comunismo”. O Manifesto dá voz e corpo ao fantasma, dotando a classe trabalhadora de um programa de enfrentamento ao capitalismo e luta pelo socialismo. Desde então, é um dos textos mais traduzidos e editados da história. E embora possa ter sido considerado morto ou desatualizado mais de uma vez, continua sendo uma ferramenta fundamental para aqueles que, como nós, enfrentamos o capitalismo e lutamos para transformar a realidade.

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